O Príncipe

Nicolau Maquiavel

1996

Hemus Editora Ltda

Edson Bini

O Príncipe

Livros

O Garoto Que Queria Ser Deus
O Brasil e os Brasileiros
O Pastor Rebelde
Memória de Uma Agenda
As Raízes de Deus
Dom Juan Por Acaso

Informações do livro

O PRÍNCIPE

Nicolau Maquiavel (1469-1527)

Tradução: Edson Bini

Hemus Editora Ltda – 1996

12ª edição – 218 p

 

-         a realidade e a idealidade.

Ao governante é “mais conveniente perseguir a verdade efetiva” do que buscar a verdade idealizada.

“... há uma distância tão grande entre como se vive e como se deveria viver, que aquele que deixa aquilo que se faz por aquilo que se deveria fazer aprende mais o caminho da própria ruína do que o de sua preservação”. (p.116)

 

-         a contingência da censura aos governantes; a inevitabilidade dos vícios e das virtudes.

Que “não se preocupe [o governante] com o fato de atrair para si infâmia e censura por aqueles vícios sem os quais dificilmente poderia preservar o Estado”. (pp.117/118) Haverá sempre “alguma coisa com aparência de virtude que, se seguida, o conduzirá à ruína, e alguma coisa com aparência de vício que, se seguida, o conduzirá à segurança ...”. (p.118)

 

-         da generosidade e suas conseqüências; da parcimônia.

“... é bom ser ... generoso, todavia, se a generosidade for empregada muito ostensivamente, será prejudicial. Mas se o governante “desejar manter a fama de generoso [...] se verá forçado a taxar o povo, [...] de maneira que começará a ser odiado [...]”. (p.119) “Todo príncipe [...] não deve, se for prudente, preocupar-se com a fama de miserável, porque com o tempo será sempre considerado mais como homem generoso, à medida que se for percebendo que, graças à sua parcimônia, [...] pode realizar seus empreendimentos sem onerar o povo”. (p.120)

 

-         a crueldade e a clemência; a dissuasão.

“... qualquer príncipe deve aspirar a ser tido como clemente e não cruel. Contudo, deve cuidar para não fazer mau uso da clemência”. “Um príncipe ... não deve importar-se com a má fama de cruel para manter seus súditos unidos e leais, pois mediante uns poucos exemplos se revelará mais humano do que aqueles que, devido ao excesso de humanidade, permitem o prosseguimento de desordens causadoras de assassinatos ou roubos que atingem ... o conjunto dos cidadãos, enquanto as execuções ordenadas pelo príncipe atingem um único indivíduo”. (p.123)

 

-         ser amado ou ser temido; e ser odiado.

“... seria necessário ser tanto uma coisa quanto outra, mas como é difícil juntar as duas, é muito mais seguro ser temido do que amado, 

Livros

Carta a Uma Nação Cristã
Deus Não É GRANDE
Tratado de Ateologia
Deus, um Delírio
Por Que Não Sou Cristão
Aprender a Viver
O Espírito do Ateísmo
Por Que as Pessoas Acreditam em Coisas Estranhas
O Príncipe
Assim Falou Zaratustra (Also Sprach Zaratustra)

Livros

A Arte da Política
Do Big Bang ao Universo Eterno
Manual do Perfeito Idiota Latino-americano
O Que Muda Com o Novo Acordo Ortográfico
DNA - O Segredo da Vida
A Riqueza e a Pobreza das Nações
Raízes do Brasil